Mais vagas no Ensino Superior do que em 2010

Written by  //  16 de Julho de 2011  //  Especial Exames Nacionais 2011, Por Perto  //  No comments

São mais de 54 mil as vagas abertas para as instituições do Ensino Superior públicas no próximo ano lectivo 2011/2012. Às do ano passado somam-se assim 82 novas vagas.

Numa lista divulgada, esta sexta-feira,  pela Direcção-Geral do Ensino Superior totalizam-se 54 068 vagas para as universidades e politécnicos públicos portugueses.  O destaque vai para a aposta no ensino à distância com a abertura de mais 122 vagas às existentes em 2010. Trata-se assim de 310 lugares em dez cursos superiores, sendo que 260 destinam-se a oito cursos de politécnicos e as restantes 50 vão integrar dois cursos nas universidades.

O mais recente Ministro da Educação, Nuno Crato, revelou esperar que o aumento exponencial de vagas no Ensino Superior público suceda “dentro de breve”, sendo que as novas 82 vagas dizem respeito aos “números que foram dados pelas universidades”. Além disto, adiantou ainda que “uma das prioridades” é a de que “muitos mais estudantes cheguem ao Ensino Superior e que muitos mais concluam com sucesso toda a escolaridade básica e secundária”.

As áreas de formação com percentagem superior de vagas são as das Ciências Sociais, Comércio e Direito, com 28 por cento. O curso de Direito, várias vezes considerado com oferta excessiva por Marinho Pinto, totaliza 1 342 vagas, mais 12 do que o ano passado. Medicina, em que nunca se verifica falta de procura, aumentou apenas uma vaga. Nuno Crato explicou que “há países em que a medicina é só uma pós-graduação”, considerando que “há vias diferentes agora de chegar” à área referida.

A candidatura ao Ensino Superior realiza-se somente pela Internet, através do sítio online da Direcção-Geral do Ensino Superior. A primeira fase tem início já no próximo dia 21 de Julho, indo até 17 de Agosto.

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Ana Raquel Serrano

Licenciada em Ciências da Comunicação, segui para o mestrado por acreditar que, de uma maneira ou de outra, devemos estudar a vida toda. Tenho muitas coisas preferidas e o que o jornalismo me oferece é a possibilidade de experimentar e conhecer melhor todas elas. Decidi então juntar-me ao projecto que é o Dez por ter vontade de aprender e de criar algo que corte com o meu dia-a-dia, mas sobretudo por saber que o que pretendemos fazer é inovador, tem futuro e, claro, é interessante.

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